terça-feira, 19 de março de 2019

quinta-feira, 14 de março de 2019

VAMOS À LUTA!


APOSENTADOS : REDE MUNICIPAL E REDE ESTADUAL


Nota do Sepe sobre o episódio da Escola Estadual Raul Brasil

A direção do Sepe-RJ, representando os profissionais de educação das redes públicas estadual e municipais do Rio de Janeiro, se solidariza com os parentes, amigos, profissionais de educação, pais e responsáveis da Estadual Raul Brasil do município de Suzano, em São Paulo, onde nesta quarta-feira (13/03) dois atiradores invadiram a escola e mataram pelo menos 5 estudantes e dois profissionais da escola, deixando dezenas de feridos.
A categoria, além de conviver diariamente com a tensão provocada pela violência que acomete o País e reverbera, profundamente, em nossas escolas, infelizmente passou, há oito anos, por episódio semelhante, quando 13 alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio, foram assassinados por um atirador.
À época, o Sepe alertou que uma das causas da violência que atinge as escolas públicas é o gradual abandono por parte das autoridades estaduais e municipais do setor da Educação. Hoje, como na época da tragédia da Tasso da Silveira, faltam milhares de funcionários administrativos nas redes, como inspetores de alunos, pessoal de portaria, orientadores educacionais, entre outros profissionais que têm a tarefa de auxiliar o trabalho dos professores e garantir segurança no espaço escolar. As autoridades que têm obrigação de repor a carência de profissionais na rede pública de educação pouco fazem, não convocam concursos e pagam baixos salários, provocando a evasão e a aposentadoria precoce - temos certeza que este é o quadro encontrado nas escolas públicas de São Paulo, como em quase todo o País.
E é triste, mas real, quando alertarmos que essa situação pode piorar, já que em 2017 foi aprovada a “PEC do Fim do Mundo”, que congela o investimento público por 20 anos. Não contente com isso, o atual governo federal já encaminhou ao Senado a proposta de desvincular dos governos dos estados e municípios os gastos em Saúde e Educação – se tal desatino for aprovado, além de se concretizar a destruição da Constituição, pode-se dizer que será o fim do serviço público no Brasil.
O que mais dizer? Lamentamos profundamente o episódio da escola em São Paulo, mas toda a sociedade brasileira tem que acordar e reagir contra o desmonte dos serviços públicos essenciais que está ocorrendo já há alguns anos por parte dos governos em todos os níveis.
Esse desmonte é sentido pela maioria da população que necessita de serviços públicos de qualidade.

Diretoria do Sepe-RJ

terça-feira, 12 de março de 2019


A política do governo Nanci põe em risco o Fundamental II no Castello.

     O ano letivo de 2019,  já iniciou com graves problemas, resultado de políticas aplicadas por governos anteriores e que vem sendo continuada pelo atual governo, como a falta de investimento em infraestrutura e construção de novas Unidades Escolas.
     A Prefeitura é obrigada a oferecer a Educação Infantil e o Fundamental I, mas o Fundamental II é compartilhado com o Estado. É aí que está o problema, o município de São Gonçalo tem alta taxa populacional  para uma rede escolar que não atende, de fato, a sua demanda. A rede estadual está voltada para o Ensino Médio, com pouquíssimas unidades do Fundamental II (6º ano ao 9º ano) pois diversas escolas do estado foram fechadas. A rede municipal, em sua maioria, é do Fundamental I (1º ano ao 5º ano) e com pouca oferta para o Fundamental II. A rede particular, além de não dar conta da carência, os responsáveis (trabalhadores) não têm como bancar a matrícula, as mensalidades, o uniforme e o material escolar para seus filhos e suas filhas. Muitas escolas particulares fecharam por conta da grave crise em que passa o Estado do Rio de Janeiro. Ou seja, essa juventude estará sem escola.
     A prefeitura não fez o dever de casa em relação a construção da UMEI Menino Jesus e devido a isso o C. M. Presidente Castello Branco está passando por uma situação que poderia ter sido evitada. A vinda da UMEI Menino Jesus, que funciona atualmente nas dependências do Castello de forma paliativa,  para o espaço do próprio Castello, que comporta o Fundamental I implicará na mudança do Fundamental I (o Castelinho) para o prédio onde hoje está o Fundamental II, ressaltando que este espaço é impróprio para o primeiro segmento. Portanto, as turmas do Fundamental II serão otimizadas com as seguintes justificativas da direção do Castello juntamente com a Secretaria de Educação: não há alunos; vários professores irão se aposentar; salas ociosas (salientando que nos dias de hoje o Castelo não conta com: Biblioteca por ter sido incinerada, sala de arte, sala de reserva para livro técnico, laboratório dentre outros espaços importantes para uma escola de qualidade; o espaço onde deveria ser da educação física está funcionando a sede da Ronda Escolar do município de SG;  portanto, não existe espaço ocioso) e também porque “os pais falam que a escola não é atrativa”, segunda a Secretaria de Educação, que, na verdade, demonstra FALTA DE INVESTIMENTO PÚBLICO NA EDUCAÇÃO DE SÃO GONÇALO; alegam que a UMEI Menino Jesus está com o espaço condenado por insalubridade, mas a Prefeitura não apresentou laudo da vigilância sanitária e nem da defesa civil para tal confirmação. Se há poucos alunos hoje na U. E, o que houve de fato, foi a Falta de uma  AMPLA DIVULGAÇÃO DA MATRÍCULA, que é um CRIME, pois é obrigação da Prefeitura, a TRANSPARÊNCIA que é de interesse público. A principal forma de ser realizar o ato da matrícula na rede municipal de ensino é via “online”, isto é, pela Internet- “matrícula fácil”., tal fato caracteriza falta de consideração e respeito com os responsáveis dos estudantes da rede municipal de SG porque muitos pais não sabem acessar a Internet ou não dispõe deste tipo de tecnologia no interior de suas casas. A matrícula “online” pode e dever existir concomitante a matrícula de balcão da escola, assim como também é importante ter  uma lista de espera para os responsáveis que não conseguirem a vaga para seus filhos e suas filhas. Confirmando uma política de esvaziamento do Castello através da matricula “online”. Sendo muito importante dizer que a matrícula de balcão para o ano letivo de 2019 começou a ser realizada somente em 18 de fevereiro e a data de início deste ano corrente foi 25 de fevereiro. Ou seja, a matrícula deveria der sido feita com uma data bem anterior que a realizada. Uma saída para este problema é: A VOLTA DA AUTONOMIA DAS ESCOLAS PARA A REALIZAÇÃO DE SUAS MATRÍCULAS.
     É bom lembrar que é também de forma paliativa, pela segunda vez, que esta UMEI Menino  Jesus está sendo remanejada para as dependências do Castellinho sem data prevista para sua saída deste local, confirmado pela Secretaria Municipal de Educação. O que tem de ser feito é a CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA UMEI PELA PREFEITURA, que prefere ECONOMIZAR custos e OTIMIZAR TURMAS NAS ESCOLAS DA REDE E PRINCIPALMENTE  DO SEGUNDO SEGMENTO DO CASTELLO.
     A Comunidade Escolar do Castello Branco não está ciente de tal fato grave. Não foi comunicada. E houve tempo hábil para realizar tal consulta, pois o documento do Ministério Público, que foi apresentado  como justificativa, foi assinado em agosto de 2018 e, somente no mês de fevereiro, veio a ser do conhecimento dos profissionais de educação do Castello.
     Esta infeliz situação acarretará: fechamento de turmas do Fundamental II; superlotação das poucas turmas que sobrarem; a não confirmação das turmas “existentes” e do quadro de horário, como já está acontecendo no Fundamenta lI do Castello e, por fim, a devolução dos profissionais de educação, que não conseguirem fechar a sua carga horária de trabalha nesta unidade de ensino.
     Temos que publicizar, urgentemente, esse DESCASO da Prefeitura de São Gonçalo com a educação pública deste município. Somente a UNIÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR FREARÁ ESSA POLÍTICA DE SUACETAMENTO E DESMONTE DA ESCOLA PÚBLICA!


REDE ESTADUAL E REDE MUNICIPAL: REUNIÃO DOS REPRESENTANTES DE ESCOLAS


segunda-feira, 11 de março de 2019

REDE MUNICIPAL; ASSEMBLEIA DIA 19/03/2019


Primeiro ano do assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson



Primeiro ano do assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson



8h -  Amanhecer por Marielle e Anderson - RJ

Com a ajuda de todos, vamos construir um lindo Amanhecer, enfeitando as praças mais próxima, para lembrar a toda população que não descansaremos enquanto esse crime seguir impune e que o legado de Marielle não será interrompido!

Inscreva sua atividade através do formulário: https://goo.gl/forms/VO3FWcj3Z0XrJVxD3

10h - Missa na Candelária


14h - Aula Magna: Eu Sou Porque Nós Somos :

Mulher preta de Asé, professora de Direito Constitucional e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afrodescendente da PUC/RJ ministrando a aula magna “Eu Sou Porque Nós Somos” em memória de Marielle Franco e Anderson Gomes.



16h - Ato Politico e Cultural, na Cinelândia.

E para fechar o dia, teremos esse ato na Cinelândia com diversas apresentações culturais em homenagem a Marielle e ao Anderson.

sexta-feira, 8 de março de 2019

22 de março de 2019 - Contra a reforma da previdência



                       

Concurso do Professor de 40h do estado completa 25 anos – algo a comemorar?


O secretário estadual de Educação, Pedro Fernandes, postou vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (07/03) parabenizando o aniversário de 25 anos do concurso dos professores de 40 horas na rede, enaltecendo aqueles professores de horário integral - cerca de 8 mil ao todo (5 mil professores DOC I e 3 mil DOC II).
Está tudo muito bem, está tudo muito bom com a homenagem, mas a verdade é que boa parte desse segmento da categoria já poderá se aposentar agora em 2019 – no caso, as professoras que completaram 50 anos de idade, o que significará uma verdadeira sangria de profissionais qualificados que sairão da rede, sem uma substituição à altura, já que o governo estadual não faz concurso público para repor as aposentadorias.
Há outros graves problemas do governo estadual em relação aos professores de 40 horas: o governo não paga o piso nacional; não paga os triênios; não paga o percentual entre os níveis que constam no plano de carreira e não cumpre o 1/3 de planejamento (Lei do Piso nº 11.738/2008).
Além disso, os professores DOC II, com o fim do Fundamental I na reforma do ensino, foram explorados de acordo com a conveniência dos diversos projetos da SEEDUC, forçados, por exemplo, a dar aulas no Ensino Médio; já os DOC I tiveram que pegar muito mais turmas para completar a carga horária – em média, 15 turmas em escolas diferentes. Os professores de Filosofia e Sociologia chegaram a pegar 30 turmas, o que inviabiliza o ensino de qualidade, além de massacrar física e emocionalmente o professor. E por não cumprir o 1/3 de planejamento, o professor pega mais turmas do que deveria.
Não à toa alertamos para o esvaziamento da rede este ano, já que muitos profissionais vão querer se aposentar por causa da proposta de reforma da previdência de Bolsonaro que já está no Congresso e também devido às péssimas condições de trabalho e baixos salários.
É preciso lembrar, ainda em relação à aposentadoria, que um (1) professor DOC I de 40 horas tem a mesma carga horária de 2,5 professores de 16h – ou seja, a quebra no número de professores, se não houver uma reposição (concurso) à altura, será alta.
Conclusão: além dos mais de 20 mil alunos sem matrícula este ano, teremos outros milhares de estudantes matriculados, mas sem professor.

Fonte: site Sepe RJ

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Centrais sindicais marcaram o dia 22/3 como Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma da Previdência

          Na terça-feira (26), as centrais sindicais se reuniram na sede do Dieese, no centro de São Paulo, para discutir os próximos passos das mobilizações contra a Reforma da Previdência e o fim das aposentadorias. As entidades marcaram para o dia 22 de março O Dia Nacional de Mobilizações contra a Reforma da Previdência, Rumo à Greve Geral (as redes estadual e municipal do Rio já deliberaram em suas respectivas assembleias de fevereiro que a categoria irá aderir a todas as atividades programadas pelas centrais sindicais contra as reformas e à retirada de direitos dos trabalhadores).
       A reunião das centrais foi realizada  na sede do Dieese, no centro de São Paulo, com objetivo de discutir os próximos passos das mobilizações contra a Reforma da Previdência e o fim das aposentadorias. Participaram do encontro as seguintes centrais: CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST.
    Foi decidido que as centrais devem colocar peso nas ações e organizar junto aos trabalhadores um forte ato para a data marcada, além de potencializar a defesa de nossas aposentadorias no próximo 8 de Março, uma vez que as mulheres fazem parte do grupo que sofrerá mais com os impactos do desmonte de nossa Previdência.
Na avaliação dos dirigentes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo          Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional na semana passada é muito pior do que a do ex-presidente Michel Temer (MDB), que foi derrubada no Congresso após a pressão dos trabalhadores e dos escândalos envolvendo o presidente mais impopular da história e de uma greve geral massiva, em abril de 2017.
Reforma da Previdência de Bolsonaro é muito pior do que a de Temer
     A PEC da reforma de Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro.  
    Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se “votar, não volta”.
      As centrais deverão se reunir também com os movimentos sociais, lideranças partidárias e religiosas, estudantes e mulheres para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria. 
     Os sindicalistas também endossaram o apoio ao  8 de março, Dia Internacional da Mulher, para mostrar para as trabalhadoras que elas são as mais prejudicados com a reforma da previdência.
      Pelas regras atuais, uma mulher de 55 anos e com 25 anos de contribuição teria de trabalhar mais cinco anos para se aposentar por idade e conseguir receber o benefício integral. Ou seja, estaria aposentada aos 60 anos e com 30 anos de contribuição.
Mas, a reforma de Bolsonaro, além de impor a idade mínima de 62 anos tem regras de transição duríssimas. Se o Congresso aprovar a PEC, essa mesma mulher terá de trabalhar mais sete anos (55 + 7 = 62) para se aposentar por idade. Ainda assim, ela só chegaria a 32 anos de contribuição (25 + 7 = 32) e não se aposentaria com o benefício integral, que, pelas novas regras, vai exigir, no mínimo, 40 anos de contribuição.
FONTE:  CUT E CSP CONLUTAS

REDE MUNICIPAL E REDE ESTADUAL: ATA DE ELEIÇÃO DE REPRESENTANTE DE ESCOLAS

Seja o representante de sua escola!


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

REDE MUNICIPAL: VETO DOS VEREADORES AO PROJETO DE LEI SOBRE ELEIÇÃO DE DIRETORES

          Ontem a Câmara Municipal de São Gonçalo escreveu mais um triste capítulo, na História da Educação do nosso município.
    No dia 13 de dezembro, os vereadores votaram, por unanimidade, o projeto de Lei sobre Eleição de Diretores. O prefeito José Luiz Nanci, VETOU. O que seria, quase impossível acontecer, aconteceu, os vereadores acataram o veto do prefeito e votaram contra o que eles mesmos aprovaram. 
        O que será que aconteceu para os vereadores mudarem o seu voto?  

VOTARAM A FAVOR DO VETO DO PREFEITO:

  • Alexandre Gomes
  • Seu Marcos
  • Samuca
  • Lecinho
  • José Carlos Vicente 
  • Capitão Nelson
  • Paulo da Usina
  • Eli da Rosa Bela 
  • Getúlio Brito
  • Cacau
  • Mariola

VOTARAM CONTRA O VETO DO PREFEITO 

  • Professor Paulo
  • Sandro Almeida
  • Salvador Soares
  • Jalmir Júnior 
  • Lucas Muniz
  • Nathan
  • Maciel


Vai ter Luta!

"Escola Livre sem Ditador, quero eleger o meu Diretor"

" Da luta não me retiro"!


REDE ESTADUAL: Nota do Sepe sobre a falta de vagas nas escolas estaduais

          Embora as denúncias e solicitações feitas ao governo do Estado e à SEEDUC sejam antigas, todo ano a via crucis de pais e responsáveis para conseguir matricular seus filhos nas escolas da rede estadual se repete. A SEEDUC acaba de confirmar que, só em 2019, há uma carência de mais de 20 mil vagas nas unidades estaduais, com alunos do segundo segmento do fundamental 2 e do segundo grau que ainda não encontraram uma escola para estudar. A informação da falta de vagas foi dada pelo próprio secretário de Educação, Pedro Fernandes, mas sabemos que ela pode ser ainda maior do que o anunciado pelo governo.
            Há anos, o Sepe já vinha denunciando que a política de reestruturação do governo do estado, com fechamento de escolas, turnos e turmas iria trazer o caos para a rede, já que a Lei determina que os alunos tenham vagas em escolas próximas de suas residências. Os problemas que estão ocorrendo comprovam o estado precário da educação em nosso estado, uma consequência do descaso e da falta de investimento de sucessivos governos, que sempre se preocuparam mais com a corrupção e o favorecimento de empresários e empreiteiras do que com o bom funcionamento dos serviços públicos essenciais para a população, como a Educação e a Saúde.
          Como solução para diminuir o problema, o governo do Estado confirmou a intenção de pagar mensalidades em escolas da rede privadas para os estudantes sem vaga no estado. Para o Sepe tal iniciativa de matricular os alunos na rede privada não é viável nem aceitável. A oferta de educação pública, gratuita e de qualidade para todos é dever do estado previsto na Constituição. Há anos, a SEEDUC ao invés de aumentar o número de escolas, vem promovendo o fechamento delas: hoje temos 1.220 unidades em funcionamento na rede, número que vem caindo a cada ano.
          Para melhorar a situação o Sepe defende que o governo promova mudanças no sistema de matrículas, garantindo também a chamada “matrícula de balcão”, na qual os responsáveis se dirigem às escolas próximas de suas residências e ali efetuam sua inscrição. Quanto ao problema da falta de professores – além, claro da de funcionários – o sindicato defende a convocação imediata de todos os concursados aprovados em concursos anteriores e a realização de novos concursos para professores e funcionários administrativos para suprir todas as carências.

FONTE: SEPE RJ

REDE ESTADUAL: Leia as decisões da assembleia da rede estadual de 23/02

             Os profissionais de educação da rede estadual de educação realizaram assembleia no sábado, dia 23/02. Foi decidido lutar pelo pagamento do Piso Nacional do magistério para professores (reajuste de 48%), e do salário mínimo regional para funcionários (reajuste de 69%). A categoria voltará a se reunir dia 6 de abril. Leia a seguir as decisões da assembleia

1. A assembleia geral da rede estadual aprova a proposta do Conselho Deliberativo, de 9 de fevereiro, de eixos para a campanha salarial 2019:

• Pagamento do Piso Nacional do magistério para professores (reajuste de 48%), e do salário mínimo regional para funcionários (reajuste de 69%);

• Paridade salarial para os aposentados e calendário de pagamento unificado no 2º dia útil;
• Concurso público para Professores (Doc.1 e Doc.2) e Funcionários;

• Cumprimento dos Planos de Carreira (Professores e Funcionários).


2. A assembleia da rede estadual do Rio aprova a seguinte indicação: A realização de uma assembleia unificada de todas as redes (municipais e estadual); com a pauta definida sobre a Reforma da Previdência, antes do Dia Nacional de Paralisação;

3. Que o Sepe garanta transporte no Dia Nacional de Paralisação para núcleos de repasse mínimo e indica para núcleos e regionais garantirem o transporte.

4. Aprova a paralisação convocada pelas centrais para a construção da Greve Geral contra Reforma da Previdência; tal como foi aprovada na AG da Rede Municipal;

5. CALENDÁRIO DE MOBILIZAÇÃO:

• Que o Sepe se incorpore na Plenária de Mulheres que está construindo o ato do dia 8 de março;

• Participar do ato do dia 14 de março, com os eixos: Não ao Feminicídio, contra a Reforma da Previdência e Justiça para Marielle!

• 23 de março (sábado): Plenária das Escolas Integrais

• 25/03 a 5/04 (segunda à sexta-feira) assembleia locais.

• 06 de abril (sábado):

? 10 horas – Conselho Deliberativo da Rede Estadual

? 14 horas – Assembleia Geral da Rede Estadual


6. Luta contra a Reforma da Previdência:

• A diretoria do Sepe está autorizada a convocar uma assembleia extraordinária em caso de fatos relativos à Reforma da Previdência.

• O Sepe deve começar a organizar nos municípios comitês de mobilização contra a reforma da previdência com outros sindicatos e entidades locais para organizar as atividades anteriores à Greve Geral e também na Greve Geral;

• Que seja veiculado pelas mídias (vídeos, materiais impressos e redes sociais) em linguagem fácil os principais pontos da Reforma Previdenciária que dialoguem com a sociedade e se façam atividades na Central do Brasil e regionais e núcleos nas estações ferroviárias;

• Texto pressionando pela Greve Geral com ampla divulgação;

• Pressionar deputados e senadores nas regiões;


7. Educação

• Fazer levantamento de salas vazias assim como de prédios públicos desativados. Precisamos encaminhar estas denúncias ao Ministério Público;

• Reforçar nas comunicações do Sepe a necessidade e da defesa de Artes com o mínimo de dois tempos em todos os anos e matrizes curriculares do ensino médio;

• Estreitar os laços entre as categorias da educação e da saúde, especificamente, como estratégia de luta emergencial;

• Criação de coletivos de base na defesa de profissionais atacados pela “Lei da Mordaça”;

• Que o Sepe, não só, coloque o seu Departamento Jurídico para amparo aos profissionais perseguido, mas que se consiga construir uma rede de amparo (incluindo psicólogos e a Secretaria de Saúde e Direitos Humanos) aos profissionais perseguidos pelo Escola Sem Partido;

• Elaboração de notificação pelo DJ do Sepe para que a imagem do professor ou áudio não sejam utilizados pelas direções d escolas pela perseguição a “Lei da Mordaça”;

• Encaminhar na categoria o Abaixo-assinado que visa sensibilizar a juíza no sentido de agilizar o pagamento aos aposentados na Gratificação do Nova Escola;

•Abaixo-assinado “on line” contra a Reforma da Previdência;

• Que a CG cobre na próxima semana, junto ao Secretário, a reunião com os professores de Artes e de Espanhol;

• Repúdio às prefeituras de São Gonçalo, Belford Roxo, cabo Frio e Seropédica que estão abrindo vagas precarizadas para professores em vez de fazer concurso público;

• Moção de apoio aos Servidores Municipais de São Paulo em luta contra a reforma previdenciária;


8. Aldeia Maracanã:

• A assembleia geral da rede estadual considerando que vivemos um contexto de desmarcação das terras indígenas e de etnocídio diário das populações indígenas e que a população brasileira vive em terra indígena, fala tupi misturado ao português (português do Brasil) e tem sangue, cultura e história indígenas correndo nas veias; aprova a publicação de uma moção de apoio à Aldeia Maracanã e a realização de um grande ato de apoio e defesa da Aldeia Maracanã “Aldeia Resiste”;

• A Assembleia da Rede Estadual indica à Diretoria Estadual do Sepe-RJ: Dar apoio logístico, midiático e de infraestrutura ao ato do dia 26/2, às 13 horas, no MP Federal, quando ocorrerá o julgamento do processo relativo à Aldeia Maracanã (assim como a divulgação do que ocorre com a “Resistência Aldeia Maracanã” através de matérias e vídeos); Apoio financeiro para alimentação e estrutura; Apoio ao Projeto de Universidade Autônoma Indígena; Apoio financeiro ao projeto de captação de energia solar e agroecologia no território da Resistência Aldeia Maracanã, como parte do Laboratório Sócio-Ambiental da Universidade Indígena.


9. Nota de apoio à Chapa de Oposição dos Garis

“O Sepe declara apoio à chapa de oposição no Sindicato dos Garis do Rio de Janeiro. A categoria dos garis que deu aula de luta em diversos momentos, como na histórica greve do carnaval d e 2014, merece um sindicato democrático, que respeite e defenda a base da categoria, e de luta para enfrentar os ataques do governo e da direção da empresa.
Todo apoio à luta dos Garis!
Reiterar sua oposição às avaliações externas (como o antigo Saerj) que porventura venham a ser aplicadas pelo atual governo estadual.”

FONTE: SEPE RJ