segunda-feira, 5 de março de 2018


Conforme aprovado em assembleia do dia 27/02, foi protocolado no gabinete do prefeito do município de São Gonçalo, notificação extrajudicial  com proibição do Desconto de Imposto Sindical.










































Além da notificação entregue pelo Sepe-SG, conforme aprovado em assembleia, colocamos a disposição da categoria modelo de notificação e orientamos que cada profissional da educação de SG, imprima e preencha a ficha de notificação e protocole na PMSG reforçando a não autorização do desconto do imposto sindical antes do fechamento da folha de março-mês do desconto-, conforme o art.579 da Lei 13467/17.

Modelo individual de notificação para imprimir :

clique no link para modelo em pdf: https://files.acrobat.com/a/preview/1bb6e3a9-1f58-4e73-b3b6-5ccac45cec3a

OBS: o modelo está disponivel também na sede do Sepe-SG.





quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

BOLETIM: REDE ESTADUAL



             O núcleo de São Gonçalo produziu um boletim informativo sobre a luta cotidiana na Rede Estadual de Ensino.

            Confira no link abaixo , o boletim, na integra. 

                                                        https://goo.gl/nvoHKX 



2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE ORGANIZAÇÃO EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA


ATENÇÃO: REDE MUNICIPAL- CALENDÁRIO DE LUTA!


REDE MUNICIPAL: DELIBERAÇÕES DA ASSEMBLEIA DO DIA 27/02

DELIBERAÇÕES DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO DIA 27/02/18

  • Aprovado por unanimidade o não desconto do imposto sindical anual;
  • Alteração da paralisação de 24h para o dia 15/03/18;
  • Aprovado um calendário de atividades para os dias de redução de carga horária: 

Dias: 28/02, 01/03 e 02/03 - Levantamento nas escolas de falta de professores, funcionários de apoio, condições das escolas como conservação, merenda, material de limpeza e outros. (modelo disponível no blog)

Dias: 05/03, 06/03 e 07/03 - Reunião de pais e/ou responsáveis de alunos e com as turmas de EJA para apresentar os levantamentos realizados na semana anterior, sugerir um abaixo - assinado (modelo disponível no blog) 

Dia: 08/03: Participação no ato do Dia Internacional da Mulher ( horário e local a confirmar)

Dias: 12/03, 13/03 e 14/03 - Abaixo - assinado que deverá ser entregue ao SEPE na próxima assembleia.
  • Dia 15/03/18 - PARALISAÇÃO de 24h / audiência no MP.,com vigilia no MP, às 10h.
  • Dia 16/03/18 - ASSEMBLEIA  às 16h no C.M. Presidente Castello Branco (redução de carga horária nos três turnos) 
  • Dia 19/03/18 - Reunião para formação do Comitê em defesa da Escola Pública, às 18h na sede do SEPE.



REDE MUNICIPAL: LEVANTAMENTO DAS UNIDADES ESCOLARES



REDE MUNICIPAL:ABAIXO -ASSINADO


ATENÇÃO REDE MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO

Conforme deliberado em assembleia do dia 27/02, estamos colocando um modelo de abaixo-assinado para que seja passado , junto a comunidade escolar, responsáveis, população, mostrando o quanto o nosso movimento é legitimo, e que estamos em busca de uma Educação Pública de qualidade. Nenhum direito a menos!






segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

ATENÇÃO: APOSENTADOS


ENTREVISTA DA DIRETORA DO SEPE SÃO GONÇALO SOBRE FECHAMENTO DE ESCOLAS ESTADUAIS E O PISO MAGISTÉRIO .

PROFESSORA MARIA BEATRIZ LUGÃO, diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) São Gonçalo-RJ, fala sobre o “Fechamento de turmas pelo Estado e a luta pelo piso do magistério para a educação gonçalense”.
Participação: Cláudio Dantas.

VEJA A ENTREVISTA NO LINK ABAIXO:

https://www.facebook.com/pgmrevistadatarde/videos/331502427371955/

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

REDE ESTADUAL: Justiça concede liminar ao Sepe na ação civil pública contra as arbitrariedades e desmandos do governo na rede estadual de educação

A juíza Neusa Regina Larsen de Alvarenga Leite, da 14ª  Vara de Fazenda Pública, concedeu uma liminar ao Sepe contra os ataques do governo Pezão e da SEEDUC à rede estadual, que tem provocado o fechamento de turmas, turnos e escolas e prejudicando o direito dos profissionais de educação. A liminar refere-se à Ação Civil Pública, Processo n: 0025717-79.2018.8.19.0001, interposta perante o Juízo da 14ª. Vara de Fazenda Pública contra o Estado do Rio de Janeiro e determinou o seguinte: 
“(...)Em face do exposto, DEFIRO PARCIALMENTE A TUTELA PROVISÓRIA para determinar ao réu que: i) apresente a relação de turmas e escolas fechadas da Rede Pública de Educação do Estado do Rio de Janeiro e o número de matrículas realizadas para o ano letivo 2018 e o número de matrículas não renovadas para o ano letivo 2018, no prazo de 30 (trinta) dias a contar de sua intimação; ii) abstenha-se de constranger, por qualquer meio, os Professores Docentes II que tenham ou não optado pela "rotina de aproveitamento", respeitando o direito de opção desses servidores; iii) com relação ao art. 10, inciso III, da Resolução SEEDUC nº 5531, de 20/07/2017, seja observado, como critério de alocação de matrícula dos professores, o tempo de efetivo exercício no cargo para o qual o professor foi nomeado após aprovação em concurso público - suspendendo, desse modo, a eficácia desse artigo da resolução quanto ao critério de "tempo de efetivo exercício na função de regência dentro da unidade escolar".
A Liminar concedida ao  Sepe não é uma decisão definitiva, cabe recurso evidentemente, mas sem dúvida alguma fortalece a luta dos profissionais de educação da Rede Estadual de Educação contra os desmandos e arbitrariedades da SEEDUC, pois o próprio Juízo em sua primeira apreciação da ação já irregularidades que comprovam nossas alegações e justificam a tutela concedida e o julgamento procedente da ação.
Diante disso, mais que nunca os Professores Docentes I e II da Rede Estadual de Educação devem manter a organização e mobilização seguindo as orientações do sindicato até a vitória final. Veja a decisão completa pelo link abaixo:


REDE ESTADUAL: PLENÁRIA DE DIRETORES ELEITOS E DOS CONSELHOS ESCOLARES




O Sepe convoca os profissionais de educação para as plenárias que serão realizadas no dia 3 de março, na sede do sindicato, com os diretores eleitos das escolas estaduais (às 10h) e com os conselheiros escolares (às 14h). Nestas plenárias, estaremos discutindo os ataques do governo Pezão contra a educação estadual e as estratégias que podem ser mobilizadas nas escolas para a resistência contra a política da SEEDUC e a defesa da escola estadual pública de qualidade. Durante o recesso, os novos diretores eleitos nas escolas estaduais deram um grande exemplo de compromisso com a educação e de luta, ao editarem uma carta aberta para a SEEDUC condenando o fechamento de turmas, turnos e escolas da rede estadual. 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

REDE MUNICIPAL / SOLICITAÇÃO DE ESCLARECIMENTO


Denúncia: PM intimida participantes de reunião de entidades e movimentos sociais no Sepe Caxias.


O Sepe Central e o núcleo municipal do sindicato de Duque de Caxias solicitaram o apoio das demais entidades sindicais, confederações e centrais sindicais do Rio de Janeiro e do país para a divulgação e repúdio da intimidação sofrida durante a realização de uma reunião realizada  na sede do Sepe  Duque de Caxias, no dia 07 de fevereiro. A intimidação foi feita por policiais militares fardados, postados numa viatura estacionada na porta do Sepe Caxias, que interpelaram diversas lideranças dos movimentos sociais que chegavam para uma reunião de planejamento da Segunda Marcha pela Cidadania e Democracia, que será realizada no município. Veja o relato dos acontecimentos abaixo:
No dia 7 de fevereiro, aconteceria uma reunião de planejamento da Segunda Marcha pela Cidadania e Democracia, contando com a presença das lideranças dos movimentos sociais que atuam no município. Os companheiros foram surpreendidos com a presença de uma viatura na porta e a presença de oito policiais militares fardados. Os mesmos, segundo nos foi relatado, se dirigiram aos primeiros representantes de entidades e buscaram informações sobre a atividade que seria realizada, mencionando uma passeata, e sobre quem teria acesso a chave do sindicato. As pessoas sentindo-se intimidades fizeram contato com os diretores do Sepe, se retiraram do espaço e iniciaram um processo de desmobilização da reunião. 
 Com a chegada dos diretores que interpelaram os policiais sobre o que estavam fazendo no local, obtendo informações contraditórias, tais como: “recebemos uma solicitação”, “vamos acompanhar uma manifestação”, “porque foi solicitado nossa ajuda”. Os policiais efetuaram ligações e informaram que receberam ordens para permanecer no local. Como os diretores haviam sido informados de que havia sido realizado registro fotográfico de várias pessoas, indagamos sobre a finalidade das mesmas e nos foi dito que estavam cumprindo ordens. Solicitaram um documento de identificação e Helenita Beserra, diante de testemunhas, o apresentou tendo seus dados anotados em uma ficha. 
 Vale ressaltar que: nunca tal fato aconteceu em Duque de Caxias; o ato em processo de construção terá o título “2° Marcha pela Cidadania e Democracia em Caxias”; o prefeito, do PMDB e amigo do presidente Michel Temmer, do ex governador Sérgio Cabral e do ex-deputado federal e presidente da Câmara de Deputados Eduardo Cunha, na semana passada esteve em reunião com a FIRJAN e empresários. Também não podemos esquecer que, na ultima gestão do atual prefeito, uma das dirigentes do sindicato  sofreu ameaça anônima de morte. 
Fonte: site seperj
Plenária para discutir a intervenção militar será nesta quarta (21) no Sepe

Nesta quarta, dia 21, às 18h, o Sepe e a Andes realizam uma plenária para discutir a intervenção
 militar no estado do Rio decretado por Temer na semana passada, e aprovada pelo Congresso nesta
 segunda-feira. A plenária será feita no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar).
O anúncio da nova medida, ao lado de outras ações dos governos federal, estadual e municipais
que, desde 2013, ferem direitos constitucionais, criminalizam os movimentos sociais e reprimem
o livre direito de manifestações, é um fator preocupante. Depois de iniciada a intervenção,
 ninguém pode prever como ela irá terminar e quais serão as garantias para os direitos e a liberdade
 civil para os cidadãos comuns.
Hoje, a população do Rio que vive em bairros mais carentes e favelas sabe muito bem o que
significa ficar exposta ao fogo cruzado nas operações policiais realizadas nestas áreas.
O envolvimento das forças armadas – que não são preparadas para o exercício da função policial
– pode piorar ainda mais o quadro da violência vivenciado por todos no cotidiano caótico do Rio
de Janeiro.
Em entrevista a rádio Aliança, após o ato na Pça do Rodo, no Dia Nacional de Luta,  19/02, a Diretora do Sepe-SG, Beatriz Lugão, falou sobre as lutas da rede municipal e estadual. 

Fonte: www.facebook.com/pgmrevistadatarde/videos/332094880646043/



Luta contra a Reforma da Previdência: Ato no Rio mobilizou milhares na Candelária

No Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência, os profissionais de educação da rede estadual fizeram paralisação de 24 horas para realizar um ato na Alerj contra os ataques de Pezão e Victer e, depois, participaram da manifestação organizada pelas centrais sindicais na Candelária, seguida de passeata até a Cinelândia (ver fotos). Os profissionais da rede municipal, que não fizeram paralisação ontem (dia 19/2), também participaram das manifestações. O ato das centrais e das frentes de luta contra a reforma proposta pelo governo Temer chegou a reunir cerca de dois mil manifestantes, que saíram em passeata da Candelária no início da noite, debaixo de forte chuva. Nem o tempo ruim no Centro do Rio ao final da tarde conseguiu desmobilizar as categorias em luta contra o ataque do governo federal contra os direitos dos trabalhadores. Durante o ato na Candelária, os manifestantes também expressaram o seu repúdio contra a intervenção federal no Rio de Janeiro, exigindo mais investimentos sociais no lugar da repressão das forças armadas nas comunidades carentes.



REDE ESTADUAL:Sepe está coletando dados para o MP sobre fechamento de turmas, turnos e escolas na rede estadual

Plenária para discutir a intervenção militar será nesta quarta (21) no Sepe

Nesta quarta, dia 21, às 18h, o Sepe e a Andes realizam uma plenária para discutir a intervenção
militar no estado do Rio decretad por Temer na semana passada, e aprovada pelo Congresso nesta
segunda-feira. A plenária será feita no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar).
O anúncio da nova medida, ao lado de outras ações dos governos federal, estadual e municipais
que, desde 2013, ferem direitos constitucionais, criminalizam os movimentos sociais e reprimem
 o livre direito de manifestações, é um fator preocupante. Depois de iniciada a intervenção,
 ninguém podeprever como ela irá terminar e quais serão as garantias para os direitos e a liberdade
 civil para os cidadãos comuns.
Hoje, a população do Rio que vive em bairros mais carentes e favelas sabe muito bem o que
significa ficar exposta ao fogo cruzado nas operações policiais realizadas nestas áreas. 
O envolvimento das forças armadas – que não são preparadas para o exercício da função policial 
– pode piorar ainda mais o quadro da violência vivenciado por todos no cotidiano caótico do Rio 
de Janeiro.

REDE MUNICIPAL E REDE ESTADUAL


REDE ESTADUAL: CALENDÁRIO DE LUTA


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

REDE MUNICIPAL

ATENÇÃO CATEGORIA!


REDE MUNICIPAL: ATO NA PRAÇA DO RODO

            No dia 19/02 foi realizado o ato na praça do rodo, em São Gonçalo, para denunciar à população os ataques sofridos pelos cidadãos, no que se refere à Reforma da Previdência e o prejuízo que a mesma, pode ocasionar na vida de todos os trabalhadores.
             A direção do SEPE-SG aproveitou para denunciar a política de sacateamento e esvaziamento da Rede Estadual de Ensino e todas as dificuldades enfrentadas pelas rede estadual e municipal, como falta de estruturas nas Unidades Escolares, falta de funcionários e o salário base abaixo do piso minimo  nacional (Lei 11.738), que trata também do 1/3 de planejamento.




Sepe comenta a intervenção militar no estado

         O presidente Michel Temer acabou de anunciar a edição de um decreto determinando a intervenção federal em todo o estado do Rio de Janeiro. O anúncio confirmou o que a imprensa já vinha revelando desde as primeiras horas da manhã de hoje (dia 16/2): o governo federal, por meio do Comando Militar do Leste (CML), assumirá a condução de toda a política de segurança em nosso estado, inclusive, comandando as polícias militar e civil e o corpo de bombeiros.
         Com a intervenção, o secretário de segurança será afastado do cargo e quem assumirá o controle de todo o aparato de segurança será o comandante do CML, general Walter Braga Netto. Não se trata de uma intervenção federal típica, na qual o próprio governador é afastado para dar lugar a um interventor, mas sim um tipo de ação que visa militarizar o setor de segurança de um governo estadual que não tem forças para mais nada. Mas, sem dúvida, a intervenção é mais um passo na direção da supressão das liberdades civis, que pode gerar um efeito cascata em todo o país e abrir espaço para a classe dominante se garantir no poder, com ou sem eleições no final deste ano.
      O anúncio da nova medida, ao lado de outras ações dos governos federal, estadual e municipais que, desde 2013, ferem direitos constitucionais, criminalizam os movimentos sociais e reprimem o livre direito de manifestações, é um fator preocupante. Depois de iniciada a intervenção, ninguém pode prever como ela irá terminar e quais serão as garantias para os direitos e a liberdade civil para os cidadãos comuns.
       Hoje, a população do Rio que vive em bairros mais carentes e favelas sabe muito bem o que significa ficar exposta ao fogo cruzado nas operações policiais realizadas nestas áreas. O envolvimento das forças armadas – que não são preparadas para o exercício da função policial – pode piorar ainda mais o quadro da violência vivenciado por todos no cotidiano caótico do Rio de Janeiro.
       Como profissionais de educação, não podemos concordar com uma medida tomada a toque de caixa por um presidente com os mais baixos índices de popularidade da história em um estado que tem um governador que também enfrenta uma rejeição gigantesca da parte da população. A intervenção não só fere os princípios democráticos, como abre as portas para a militarização da segurança pública, o que pode causar mais violência e trazer danos irreparáveis para a sociedade.
     Mais uma vez, nos vemos diante de governos que, ao invés de investir na melhoria das condições de vida da população e oferecer educação, saúde, infraestrutura e uma política de empregos para beneficiar a vida das pessoas, preferem investir na repressão e na força para tentar resolver uma situação provocada pela desigualdade e injustiça social. As comunidades escolares, que não têm culpa ou responsabilidade com o aumento da violência, mais uma vez ficarão expostas com o avanço das forças de segurança. E profissionais de educação e alunos correrão ainda mais riscos de entrarem para os mapas que medem os índices de violência em nosso estado.

FONTE: SEPE-RJ

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

REDE ESTADUAL


Concursados 2014: SEEDUC está sonegando informações
sobre vagas em São Gonçalo!


A Metropolitana II de São Gonçalo está sonegando informações sobre as vagas 
disponíveis para os professores aprovados no concurso de 2014 da rede 
estadual. Com isso, os professores concursados não estão podendo exercer o
direito de escolher a escola em que ficarão lotados, já que a Metro II só dá 
a opção de vagas nas escolas de difícil acesso.
O SEPE e os professores têm informações de que há vagas em escolas em regiões 
diferentes daquelas que a Metro está disponibilizando. Segundo a própria Metro II, 
está determinação partiu da SEEDUC e foi enviada a todas as Metros. Para o sindicato, 
trata-se de uma ilegalidade, já que os professores, segundo a colocação em que 
foram aprovados, têm o direito de saber a totalidade das vagas disponíveis e, 
dessa forma, escolherem a lotação que lhe convier.
A direção do SEPE /SG está nesse momento acompanhando os professores e 
reivindica que o edital seja cumprido e que eles sejam lotados em seu local 
de direito, a partir de sua livre escolha.
Esta atitude da SEEDUC parece uma retaliação aos concursados e ao SEPE, 
já que o governo nunca quis convocar os aprovados do concurso 2014, 
que só foram convocados por força de uma ação do MP na Justiça, a
partir da provocação do SEPE e dos próprios concursados.
O SEPE pede aos concursados de outras regiões que, se estiverem passando 
por situação semelhante, denunciem a situação junto ao sindicato.
                       

Portaria com o quantitativo de alunos por turma na Rede Municipal









Deliberações da assembleia da Rede Municipal


Deliberações da assembleia da Rede Municipal de São Gonçalo, realizada no dia 06/02/18


  • Estado de greve, com redução de carga horária a partir do dia 19/02/18 até o dia 05/03/18;
  • Ato e panfletagem no dia 19/02/18, pelo Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência, na Praça do Rodo, às 16 horas;
  • Protocolaço na Prefeitura, solicitando o enquadramento dos 3%,  a partir do dia 19/02/18 até o dia 06/03/18;
  • Paralisação de 24 horas no dia 06/03/18, com vigília a partir das 13:30 no MP, quando acontecerá uma nova audiência entre representantes do governo, representantes do Sepe e MP;
  • Assembleia dia 07/03/18, às 16 horas, no C.M.P. Castello Branco, com redução de carga horária nos três turnos.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

REDE ESTADUAL


Veja as deliberações da assembleia da rede estadual do
dia 03/02/18.

Veja abaixo as deliberações tiradas na assembleia da rede estadual, realizada no dia 03 de fevereiro de 2018, no Clube Municipal, na Tijuca. Entre outras decisões, a categoria decidiu realizar uma paralisação de 24 horas no dia 19 de fevereiro, Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência, com realização de um ato na ALERJ, às 14h, antes das atividades programadas pelas centrais sindicais no Centro do Rio. No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, haverá outra paralisação de 24 horas, com assembleia geral, às 11h, em local a confirmar.

PROPOSTAS APROVADAS:
1- Retomar a Campanha lançamento de nota no sistema conexão. Essa campanha deverá incluir: boletim informativo, reunião com responsáveis, Comissão para produzir materiais organizada através dos núcleos e regionais com a participação da categoria, indicativo para núcleos e regionais de corrida de escolas, divulgando e esclarecendo a Campanha, divulgar a campanha nos meios de comunicação, esclarecer junto às direções a campanha de não lançamento de nota no Conexão.
2- Os professores que estão como excedentes, deverão continuar nas escolas até final da matrícula de balcão, com o acompanhamento do Sepe 
3-Lançamento de Campanha Salarial, através do levantamento do Estudo de perdas, confeccionado pelo DIEESE e apresentado e aprovado na assembleia. A campanha salarial também deverá exigir o pagamento do piso nacional a partir do nível I do Plano de Carreira. No caso dos funcionários administrativos, exigir a atualização do vencimento que está abaixo do salário mínimo.
4-A direção do Sepe deverá indicar para núcleos e regionais a importância de realização de assembleias locais, antes da Assembleia Geral da rede estadual.
5-Os profissionais de Educação que não receberam a devolução dos dezessete dias de greve do ano de 2016, deverão comparecer às Metros, munidos dos seguintes documentos: contracheque dos dias descontados, contracheque de mês de novembro, contracheque do mês de dezembro. Se a situação não for resolvida e os valores devolvidos, esses profissionais deverão procurar as direções dos núcleos, regionais e SEPE/RJ
6- A direção do SEPE/RJ deverá providenciar para a próxima Assembleia, um espaço de acolhimento para bebês e crianças, com o seguinte material: dois colchonetes, tapete emborrachado, cercado para limitar o espaço e água.
7- A direção do SEPE/RJ deverá cobrar junto a SEEDUC que a língua estrangeira optativa e Artes devem ter o mesmo tratamento de Educação religiosa, que também só tem um tempo, mas tem a matrícula fidelizada em uma escola, o que é muito importante e precisa ser estendido para essas disciplinas.
8- Buscar que a escolha de turmas, seja feita levando em conta a reserva de 1/3 de planejamento.
9- Retomada dos GTs de Artes e Espanhol. Reafirmar a reivindicação dos professores de Artes, de formação de oficinas de Artes e Cinema, em 2018 para preencher os horários livres dos professores.
10 - Retorno do Ensino de Artes nos três anos do Ensino Médio com dois tempos
11- Campanha protagonizada pelo SEPE/RJ contra a Reforma da Previdência, com panfletos,
cartazes etc
12- Política de Organização de Comitês locais, em defesa das escolas – com apoio político e
logístico do SEPE/RJ
CALENDÁRIO DE LUTAS
19/2 - Paralisação da Rede Estadual no DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA A REFORMA. Nesse dia a rede fará ato às 14 horas na porta da ALERJ antes do Ato Geral. Foi reafirmado que a rede estadual deverá parar no dia da votação da Reforma da Previdência
3/3- Plenária de diretores eleitos no SEPE/RJ às 10 horas e Plenária com Conselheiros escolares às14h
6/3-Reunião da Comissão para tratar da campanha relativa ao Sistema Conexão com a Secretaria tos de Assuntos Educacionais do SEPE/RJ e os diretores que puderem comparecer
7/3- Conselho deliberativo da rede estadual às 18h
8/3- Paralisação integral (greve de 24 horas) no Dia Internacional de Luta das Mulheres, com o seguinte eixo” Basta de violência contra as Mulheres e retirada de direitos! Pela vida das mulheres, por emprego, creche e contra a Reforma da Previdência”
8/3- Assembleia Geral da rede Estadual – 11 horas - local a confirmar

FONTE: SEPE/RJ

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

REDES ESTADUAL E MUNICIPAL

ATENÇÃO CATEGORIA!

O Congresso Nacional, prepara mais um duro golpe contra o povo trabalhador, ameaçando votar a reforma da Previdência ainda no mês de fevereiro.
Dia 19 de fevereiro, está sendo convocado como Dia Nacional de Luta, vamos discutir nossa participação no movimento.

    VAMOS RESISTIR E LUTAR!                                    JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

                                       

ATENÇÃO CATEGORIA!


REDE MUNCIPAL



SEPE acompanha representantes (pais e funcionários) da UMEI Pastor Saulo Luíz em audiência no MP, no dia 01/02/2018.







quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

ASSEMBLEIA DA REDE ESTADUAL

Rede estadual: Assembleia do sábado teve que ser transferida para o Clube Municipal na Tijuca


O Sepe recebeu um comunicado hoje da direção do ISERJ (Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro), afirmando não ser possível a realização da assembleia geral da rede estadual, marcada para o sábado (dia 03/2) neste local. A direção do Sepe, logo que foi comunicada do problema, entrou em comunicação com o Clube Municipal e remarcou a plenária para o Clube Municipal, no mesmo dia e horário. Assim, a assembleia geral da rede estadual, no sábado (dia 03/2) será realizada no Clube Municipal, na Rua Haddock Lobo 359 - Tijuca - próximo à Estação  Afonso Pena do Metrô). O horário também está confirmado para início da plenária: 11h.


REDE MUNICIPAL


REDE ESTADUAL

LEVANTAMENTO DE ESCOLAS QUE PERDERAM TURMAS EM SG, RIO BONITO, ITABORAÍ E TANGUÁ

CIEP 252 Tanguá - 4 turmas;
C.E. Antonio Francisco Leal- 3 turmas;
CIEP 308 Itaboraí -4 turmas;
CIEP 412 SG -5 turmas;
CIEP 439 - 7 turmas;
C.E. Hilka de Araújo Peçanha  (Itaboraí) - turno da tarde e 1 turma da manhã não permitindo abrir ensino médio no turno da tarde que foi fechado;
C.E. Dorval Ferreira da Cunha (S.G.)- 3 turmas;
Ciep 309 Zuzu Angel (SG)-1 turma;
C.E. Antonieta Palmeira- 3 turmas

Sabemos que outras escolas perderam turmas para 2018, estamos aguardando a confirmação com os números exatos para postarmos aqui.


Atenção rede estadual!

 Nota do SEPE sobre o dia 31 de janeiro

A direção do SEPE informa que a liminar que o sindicato deu entrada na Justiça, referente ao dia 31 de janeiro e relativa às férias da rede estadual, foi indeferida. Todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas e maiores esclarecimentos serão dados na assembleia de 03 de fevereiro, no ISERJ (Rua Mariz e Barros 273 - Praça da Bandeira), às 11h, e pelas direções dos núcleos e regionais do sindicato. Por isso, é fundamental a presença de todos na assembleia de sábado. Precisamos organizar nossa luta e resistência contra todos os ataques do governo estadual.



REDE ESTADUAL


DIRETORES  PUBLICAM  MANIFESTO  CRITICANDO MUDANÇAS  NAS  MATRÍCULAS DA REDE  ESTADUAL.https://glo.bo/2nqmvAR

REDE ESTADUAL

 Sobre a realocação de professores excedentes:

A direção do SEPE/SG  esteve Metro (31/01/18) acompanhando professores de Física, Química e Matemática que sobraram nas escolas por causa da não abertura de turmas nos municípios de Itaboraí, Tanguá,  Rio bonito e São Gonçalo. Eram mais de 40. Fizermos pressão para que o processo fosse suspenso pois as matrículas não acabaram . Segundo a Metro 2 nenhum diretor é obrigado a devolver professores antes de terminar a matrícula no balcão que poderá abrir mais turmas. Afirmou que os professores não são obrigados a escolher novas escolas agora. Podem aguardar o processo de matrículas no balcão. A representante do RH garantiu que alocara  professores no máximo em 3 escolas conforme acordado em negociação da greve de 2016.  A DIREÇÃO DO SEPE /SG ALERTA OS COLEGAS PARA QUE NÃO SE PRECIPITEM . HAVERÁ ASSEMBLEIA NO DIA 3 DE FEVEREIRO ÀS 11h NO ISERJ . VAMOS DISCUTIR A LUTA PRA REVERTER O FECHAMENTO DE TURMAS E DIMINUIÇÃO DE MATRÍCULAS  NA REDE ESTADUAL.




quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

REDE ESTADUAL


RUA: MARIS E BARROS, 273
PRAÇA DA BANDEIRA, RJ



REDE ESTADUAL

O quadro da rede estadual do ponto de visto pedagógico e estrutural é o de um verdadeiro caos. A “reestruturação” da rede estadual vem se aprofundando, especialmente  após  Wagner Victer assumir  a pasta.

A direção do Sepe vem denunciando desde o primeiro momento no governo de Sérgio Cabral  esse processo. Para o governo educação não é investimento, é custo. E a política implementada tem sido de enxugamento de gastos, como se a rede fosse uma empresa. Nesse momento,  temos visto um conjunto de medidas que materializam essa política: a retomada da municipalização de escolas, o fechamento de turmas, turnos e até mesmo unidades escolares. Além disso, várias escolas foram impedidas de abrir turmas de sexto ano e, completando o quadro,  temos a implementação da “otimização” de turmas.

Outra medida grave foi o desrespeito aos docentes I e II. As Coordenadorias Regionais e Metropolitanas, em meados de 2017, passaram a pressionar professores docentes II - que tiveram sua função praticamente extinta devido à municipalização - para que se habilitassem. Para isso, ameaçam os docentes de corte no pagamento! Desconsideram que a maioria desses docentes estavam em função extra classe há mais de vinte anos, exercendo atividades que são fundamentais para os educandos, como agentes de sala de leitura e professores articuladores.

Tais docentes são jogados em sala de aula, gerando outro problema que é o professor docente I se tornar excedente, tendo sua vaga ocupada por esses profissionais docentes II. A SEEDUC tenta dividir e jogar um segmento contra o outro.  Qual o objetivo dessas medidas?

Para o SEPE as consequências dessa política são nefastas:

a) A rede passa a ter um quantitativo enorme de professores excedentes. O governo também busca impedir a chamada de concursados aprovados, superexplorando os demais docentes.

b) Turmas superlotadas.  A chamada otimização de turmas é na verdade a junção e consequente formação de turmas superlotadas.  A proposta da SEEDUC é de, no mínimo, 45 alunos. Essa medida por si só irá causar um enorme prejuízo pedagógico aos estudantes.

c) Docentes voltam a trabalhar em várias escolas e em mais de um município.  Aumenta-se o custo do deslocamento, sem correspondente aumento do auxílio transporte. Também se terá menos tempo para a preparação das aulas, acarretando mais prejuízo pedagógico para os estudantes.

d) Estudantes sem vaga garantida para estudar. A SEEDUC impede a matrícula de estudantes no sexto ano, sem a garantia que esses tenham vaga nas redes municipais.

A direção do SEPE/RJ vem tomando várias medidas para enfrentar esses ataques:

a) Denúncia na Comissão de Educação na ALERJ.

b) Várias audiências públicas foram realizadas na ALERJ, com a presença do Secretário e staff da SEEDUC.

c) Denúncias no Ministério Público. (veja atas pelos links abaixo):

http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim2614.pdf

http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim2624.pdf

d) Denúncia na defensoria pública.

e)  Acompanhamento da categoria nas Metropolitanas.

f) Ações jurídicas.

g) Ida às Coordenadorias Metropolitanas para cobrar esclarecimentos e soluções de questões lotação e fechamento de turmas.

h) Realização de vários atos públicos.

Próximas ações do SEPE:

a) Ida, mais uma vez, ao Ministério Público para denunciar mais esse ataque  contra nossos alunos e também para saber respostas sobre várias questões relatadas.

b) Pressão na ALERJ, denunciando tais medidas  junto à Comissão de Educação.

c)Reunião com o departamento jurídico para finalizar a Ação que visa garantir os direitos dos docentes I e II.

Entretanto, destacamos:

a) docentes II não podem ser obrigados a se habilitarem.

b) Enquadramento por formação não é habilitação, nada mais é do que cumprimento do plano de carreira!

O Sepe não aceitará as imposições da SEEDUC, por isso convoca a categoria para resistir na garantia de seus direitos históricos.

A greve dos profissionais de educação e as ocupações estudantis de 2016 tiveram como mais uma vitória a eleição de diretores. Temos hoje diversos colegas eleitos, que estão questionando esse processo de fechamento de turmas, turnos e escolas através de uma carta aberta.

Entendemos essa luta como uma lut dos que defendem a escola pública de qualidade para todos. Saudações a essas direções.

A rede estadual fará uma assembleia geral no dia 03 de fevereiro, às 10h, (local a confirmar). Lá iremos debater a situação da rede estadual e as estratégias de luta e de mobilização contra a política de Pezão e Victer.

O SEPE somos nós, nossa força nossa voz!


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Rede Estadual - Sepe/Sg parabeniza os diretores que assinaram o manifesto

REDE ESTADUAL

O Sepe sg parabeniza as direções de escolas estaduais eleitas que assinaram o manifesto contra a política de redução de turmas e vagas na rede estadual. Esses,  comprovaram compromisso com a educação pública e não com as ordens da Seeduc. Os secretários de educação e seus projetos passam. Nós, profissionais da educação é  que construímos cotidianamente a escola pública.  Precisamos lutar por ela , pelo direito ao trabalho digno , a uma escola estruturada e a uma educação de qualidade para todos.





REDE ESTADUAL - CARTA ABERTA DE DIRETORES ELEITOS

REDE ESTADUAL

CARTA ABERTA AOS DIRETORES E PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Somos contra a política de "otimização" da rede!

A Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro surpreendeu as escolas no início desse ano letivo ao exigir, para abrir uma nova turma, a lotação da anterior em sua capacidade máxima. O sistema passou a condicionar as escolas a abrirem novas vagas somente após superlotar as turmas já existentes. Dessa forma, as escolas só terão turmas superlotadas, atendendo a critérios não pedagógicos. Além do mais, essa política pode levar ao fechamento de turmas, de turnos e, em última instância, de escolas.

A superlotação das turmas não é garantia de acesso à educação. Não é difícil imaginar as consequências de turmas superlotadas em uma escola : perda da qualidade de ensino e prejuízo na saúde dos professores, dois problemas graves na educação brasileira. Ou seja, as medidas impostas pela Secretaria de Educação aparentam dar acesso aos jovens, quando na verdade lhes nega o acesso à educação e agrava os problemas no ensino público. O que eles chamam de “otimização” das turmas, nós chamamos de negação da educação de qualidade aos alunos.

Além disso, para esconder a demanda não atendida em cada região a Secretaria de Educação proibiu a formação de lista de espera nas escolas.

O que nós propomos é que haja um limite pedagógico no quantitativo de alunos por turma, limite este discutido pela comunidade escolar e que haja uma institucionalização de forma integrada das listas de espera de cada escola, para que com essas informações as comunidades escolares possam medir a demanda e os reais impactos da “otimização”.

 Fica patente a inexistência de concepção ou projeto pedagógico orientando a rede estadual do Rio de Janeiro. Há somente uma gestão despreparada e com recursos cada vez mais escassos, cujo o único horizonte é simular uma situação de normalidade perante à população e aos órgãos de controle. Porém, já não é mais possível esconder que vivemos hoje um apagão pedagógico, o que nos coloca cada vez mais a quilômetros de distância e em sentido contrário a quaisquer concepções do que seja qualidade em Educação. Diante desse cenário, com base nos fartos sinais emitidos a cada nova resolução, manifestamos a nossa convicção de que a motivação que está por trás desta política é o desmantelamento da carreira do magistério estadual e da escola pública.

Colegas diretores eleitos, rebelem-se! Rompam com o a submissão típica de diretores indicados. Permitam que os novos ares do processo consultivo, oxigenem o sistema! Vamos construir redes horizontais de escolas para a reflexão, formação, pesquisa e ação político-pedagógica coletiva em defesa da educação pública estadual! Com compromisso, seriedade e respeito às diferenças de cada escola vamos construir uma política educacional de baixo para cima, a partir dos fundamentos da gestão democrática: autonomia escolar e participação direta da comunidade na gestão.

Temos visto que o processo consultivo nem de longe afastou o ranço autoritário arraigado nas relações da secretaria com os diretores de escola. Ao contrário, os movimentos de autonomização das novas direções têm sido respondidos com mais autoritarismo e controle. Para além da burocracia necessária e razoável à administração pública, há uma outra que serve apenas ao controle das direções e ao boicote à autonomia da escola.

Somos soterrados com demandas abstratas com o propósito de nos prender à atividades administrativas e inviabilizar a interação e o nosso tempo com a comunidade escolar. Uma rotina de ameaças e assédio moral fazem parte desses instrumentos de controle. Somos levados pelas cobranças a trabalhar em jornadas intensas e intermináveis. Precisamos de programas de saúde, precisamos de cuidados.

Nesse momento de profunda crise da escola pública estadual, os diretores eleitos são desafiados a assumir o seu papel. SER SEEDUC É TER COMPROMISSO COM A ESCOLA PÚBLICA, NÃO COM POLÍTICAS EQUIVOCADAS. Diretores eleitos e professores, UNI-VOS!

1 Fabio Pereira - Diretor CE Amaro Cavalcanti (Rio de Janeiro)
2 Juliana Elianay - Diretora CE Profa. Vanilde (Macaé)
3 Claudia Pessi - Diretora Ciep 451 - (Itaboraí)
4 Pedro Mara - Diretor Ciep 210 (Belford Roxo)
5 Leonardo de Abreu Voigt - Diretor adjunto eleito, não empossado - CEFFA CEA Rei Alberto I (Nova Friburgo)
6 Gabriela - Diretora CEMBRA (Paraty)
7 João Paulo Cabrera - Diretor CE Andre Mourois (Rio de Janeiro)
8 Carla Musa - Diretora CE Jornalista Mauricio Azedo (Rio de Janeiro)
9 Renato Padilha - Diretor IE Carmela Dutra (Rio de Janeiro)
10 Charles Pimenta - CIEP 357 José de Dome (Cabo Frio)
11 Rafael Salavessa - CIEP 357 José de Dome (Cabo Frio)
12 Joao Oliveira Timbó - Ciep Ayrton Sena (Rio de Janeiro)
13 Beth Ramoa-  Diretora do CE Andre Mourois (Rio de Janeiro)
14 Celinha - Diretora do CE Pandiá Calogeras (São Gonçalo)
15 Viviane - Diretora do CE Rubens Farrula (Sao João de Meriti)
16 Jane - Diretora do CE Rubens Farrula (Sao Joaode Meriti)
17 Renata - Diretora do CE Rubens Farrula (Sao Joao de Meriti)
18 Lizandro - Diretor do CE Olavo Bilac
19 Karla Karina - Diretora Adjunta - Ciep 451 (Itaboraí)
20 Denise Frias - Diretora CE Pedro I  (Mesquita)
21 Helio Alves - diretor eleito não empossado - Hilka de Araújo Peçanha  (Itaboraí)
22 Fábio Aguiar Gonçalves - Diretor eleito não empossado - CIEP 45
23 Fernanda - Diretora não empossada, Hilka de Araújo Peçanha  (Itaboraí)
24 Diogo Coelho da Silva Jesus - Diretor C.E. Prof. Jamil El Jaick (Nova Friburgo)
25 Renata - Diretora IEPIC (Niterói)
26 Tatiana Linhares- Diretora CE Amaro Cavalcanti (Rio de Janeiro)
27 Andreia Queiroz - Diretora do CE Professor Clovis Monteiro
28 Thiago Sampaio Moreira - Diretor do CE Dr. Vicente de Moraes.
29 Valeria Alves Dutra - CE Graciliano Ramos
30. Fabiana Braga - CE Prof. Clóvis Salgado (Presidente do Conselho Escolar)
31 Alba Valéria Paiva - CE Bangu (Presidente do Conselho Escolar).
32 Ademir Pedrosa diretor eleito e aguardando nomeação em d.o CE presidente Dutra Seropédica
33 Rafael Heringer  diretor adjunto eleito aguardando nomeação em d.o  CE presidente Dutra Seropédica
34 Mariana Coelho Torres - CE Dr. Vicente de Moraes (Presidente do Conselho Escolar)
35 - Renato Póvoas - Diretor Geral do Instituto de Educação Clélia Nanci em São Gonçalo.
36 - Nilza Santiago - Diretora Adjunta do Instituto de Educação Clélia Nanci em São Gonçalo.
37 - Viviane Lima - Diretora Adjunta do Instituto de Educação Clélia Nanci em São Gonçalo.
38 - Karen - Mabreu (Niterói)
39 Diego Marino - diretor Colégio Euclides (Maricá)
40 Laila Miguez - Colegio Euclides (Maricá)
41 Leonardo Carneiro da Cunha - CIEP - 391 / Caio Figueiredo - (Maricá)